sexta-feira, 30 de abril de 2010

#Carta a um colírio desavisado


Eu poderia dizer que suas canelas são finas, que seu nariz é horrível, que o seu cabelo é ruim ou que você tem uma voz fanha e aviadada.

Tenho idéias sobre como mostrar ao mundo que você e todo o seu mundinho fake nada mais são do que um poço vazio, sem graça e de prancha - preocupado com fazer suas milhares e milhares de caça-colírios acreditarem em cada uma das rélis mentiras dedicadamente deslavadas que você às conta.

Okay baby, ser pseudo-famoso não é mais importante que ser verdadeiro. Parecer bonito depois de chuvas de photoshop não vai fazer de você alguém com cérebro. E, pelo amor divino, a falsidade combinada à ausência de personalidade não vão te trazer seguidores nem tampouco amigos. Acorde, meu bem!

Eu poderia provar que você não tem estilo, amigos ou cérebro, que você perece na mesmice se aproveitando de alheios... Mas é ainda mais satisfatório ver você fazer isso por si mesmo, baby.

@ninguemtedisse, mas eu digo.

ps- Ah, e se quiser por acaso um conselho: Daqui pra frente, tente ser mais você, amor, mesmo não sendo nada bom nisso. Até porque, é preferível um Paulo pokemon como colírio à qualquer coisa sem originalidade. :D

quarta-feira, 31 de março de 2010

Quem quer ser um salafrário {risca} milhonário.

Antigamente, mediam-se as pessoas por seus valores, pela bravura de seus atos ou pelo tamanho do seu coração. Hoje? Medem-se as pessoas por seus pertences, é considerado bravura atirar em alguém e, caso você tenha um grande coração, a única coisa que as pessoas vão ver nele, na mais provável das hipóteses, vai ser uma coisinha denominada "Doença de Chagas". Hoje é apenas mais um dia banal.

É simples, tá na cara: Vivemos numa sociedade banalizada, uma tirania imoral e amoral - dissimulando e persuadindo suas mentiras sinceras que só a si interessam, para tranquilizar seus alter egos de que estavam certos, de que a culpa foi deles (não sua) e de que mostrar a "sua verdade" é o que conta. E deste modo dão 1 milhão e meio de reais para alguém obviamente não homofóbico e sem preconceito algum, mas se sente enojado e joga comida fora ao citarem boates gays enquanto ele faz sua refeição, como também não gostaria de ser chamado de "gay", do mesmo modo que não gostaria de ser chamado de "ladrão" ou "neo-nazista" - até porque tais definições têm o mesmo nível de gravidade de insulto, [ironia] mas não, ele NÃO é homofóbico, assim como sua torcida insana [/ironia] que o deu seu suado prêmio alegando que ele era realmente verdadeiro e que era quem mais precisava do dinheiro. ALÔ?! Se fosse por questão de realmente "precisar" de dinheiro, os produtores não procurariam participantes em baladas ou coisas do tipo, e sim numa favela ou debaixo da ponte. É isso, é banal...

Sentimentos se tornaram banais e o "eu te amo" é o novo "oi". Pessoas se tornaram banais, pelo menos as que não têm twitter ou um perfil no orkut. Valores se tornaram banais e mais Marcelos Dourados continuarão a ganhar milhões de reais por vontade da ignorância alheia, mais Alexandres Nardoni continuarão jogando Isabellas janela abaixo, mais arrudas continuarão enfiando notas e mais notas em suas meias por aí e mais de vocês vão continuar aí, sentados em frente ao computador há horas, sem nada muito melhor a fazer, descobrindo que não prestam, ou depois de lerem este singelo post voltarão a pensar no copo meio cheio outra vez, seja ele de suco de laranja ou de tequila, e poderão fazer da próxima vez alguma diferença, tornando menos banal o que quer que seja: sua vida, a perspectiva de uma ou qualquer outra coisa.

Por ora, só te desejo um bom dia. (:
beijonãomeliga:*

vírgula

quarta-feira, 24 de março de 2010

A macacada reunida (2)


Welcome to “Planeta dos macacos”... Não, não é aquele filme da tela quente, e sim a minha turma da escola (outra vez. E peço desculpas ao diretor, que eu não sei escrever o nome, por ofender seu filme dessa forma).

Vamos lá... Primatas... Primatas... Eles conseguem raciocinar sozinhos, então, como eu posso classificar pessoas do 2º ano a do ensino médio (no meu tempo ensino médio era tratado como ano, e ensino fundamental como série, então, irei escrever como sou acostumado), que pedem para a professora ler e explicar a questão da prova que até uma criança da 3ª séria saberia responder. Por exemplo:

Texto: “Amor, o melhor sentimento do mundo”
Questão 1: Do que fala o texto acima?
Aluno do 2º ano: Professora, explica ai a questão um, não entendi. ¬¬

Calma, isso é só um exemplo, o pessoal da sala ainda não chegou a um nível tão alto de raciocínio, na realidade, as coisas lá são bem piores que essa, como uma aluna que perguntou ao professor de biologia:- O que é Homo sapiens? (5ª série, onde está você?)

Eu só queria saber quem foi o homem que generalizou os humanos como “seres racionais”. Se ele fosse vivo, eu faria questão de pagar a passagem dele, de qualquer buraco dessa terra que ele estivesse enfiado, para fazer uma visitinha a minha sala de aula. Com certeza ele mudaria esse conceito para “seres humanos, tão racionais quanto um rato com leptospirose” após assistir uma aula de português, onde as notas da maioria dos alunos oscilaram entre 1,0 e 2,5 (valendo 10,0) e todos ficaram rindo, conversando, e fazendo algazarra, como se nada tivesse acontecido, depois da professora ter feito um MEGA SERMÃO (que se eles fossem seres pensantes, ouviriam e se tocariam, após uma quase humilhação BEM MERECIDA) e de ela ter começado um assunto novo e difícil, atrapalhando aqueles que não querem ser reprovados por não ter pais que sustentem suas dependências, ou que passem a mão na cabeça do seu filho “inocente”, pondo total culpa nos professores, por SEU filho ser IRRACIONAL!

Ou após uma aula de inglês, onde a gente ouve mais os gritos dos alunos chamando a professora de gostosa e gata (por mais que saibamos que seja brincadeira) atrapalhando-a de ensinar, e os poucos alunos que querem aprender.

Vocês acham que pessoas no segundo ano, são racionais ao pedirem para a professora ensinar “verbo to be”? Coisa que a gente aprende na 3ª série? Acho que isso já não seria Irracional, Perdão, mas é burrice mesmo...

Se eu fosse falar todas as aulas que os nossos “demoniozinhos” transformam em caos, não pararia por aqui (não mesmo) Ok, Ok ... não vou por a culpa só nos meninos, seria injustiça, e não é isso que eu queria passar. Também tem um ser do sexo feminino, que entre eles, se faz igual ou pior, Rindo estridentemente, conversando sem parar com os citados lá em cima, e depois tentando pagar uma de boa moça, por gostar de status, e querer bancar a inteligente após saber que isso faria você ser, digamos, “superior” aos outros (por exemplo, sendo monitora de português, coisa que ela não conseguiu por pouco).

Na verdade, eu nem tento tanto ódio assim, tenho raiva, mas ódio não, ele não é um sentimento auspicioso. Eu tenho pena também, pena de mais até, por eles terem a mente tão pequena e fechada... por eles não pensarem alto, não sonharem com um futuro grande. Pena de saber que provavelmente eles não irão crescer na vida, e pena de saber que entre eles existem pessoas inteligentes, que se estudassem, teriam um futuro enorme na frente. Pena dos pais que estão pagando o colégio caro, pensando que o seu filho está aprendendo algo para ser alguém na vida, e na verdade, estão caminhando para o fundo do poço, para algum concurso publico de ASG ou frentista (não que eu esteja desvalorizando os empregos, longe de mim).

Desculpem-me por ter ofendido tanto as pessoas, não me sinto bem por fazer isso (mentira, nunca me senti tão bem), mas é a verdade, infelizmente, é a pura verdade!

domingo, 7 de março de 2010

vou logo avisando, o texto não tem graça


Na verdade, não acredito que este texto possa conter sequer uma frase que te fará rir, então se essa for sua real intensão para com o resto que há de seguir, sugiro que pare neste primeiro parágrafo.

No ápice de um dia tristonho, são onze da noite deste primeiro sábado de março e as duas unicas coisas que eu ouço agora são: o barulho do ventilador quebrado em cima da cadeira e a música se fossa no aleatório do Media Player . Logo, declaro isso oficialmente um longo e deprimente início de madrugada, sobre o qual eu preciso escrever.

Às vezes as coisas se tornam confusas, não é? De uma hora pra outra, num estalar de dedos você tem que tomar todas as decisões da sua vida de uma só vez, e essa nem é a pior parte da história. Que curso universitário escolher? Que carreira seguir? Ir embora ou ficar? Continuar ou desistir? São tantas respostas que parecem te nocautear com uma urgencia extressante e se você não for firme, se a base não estiver em plenas condições de sustentar tudo, é provavel que todo o prédio vá à ruina plena. E você não tem a quem recorrer, a não ser ao clichê habitual, de estar em meio a tantos e ainda assim estar só, e sem chão. E todas as certezas plenas e inabaláveis, convicções incontestáveis, começam a não fazer mais nenhum sentido, daí a única coisa que você consegue querer de verdade é dormir, pra que, quando acordar, tudo já esteja resolvido e você não precise simplesmente sorrir por conveniência, e sim por sorrir simplesmente, por querer sorrir seja lá qual for o motivo.

Engraçado, é que tem uma hora que no meio de tantas dúvidas você se pergunta como diabos as pessoas conseguem conviver com tudo isso dentro de si mesmas, sem, é claro, querer sumir do mundo, ou fazer todo o resto do mundo sumir... Não é verdade? Obviamente. Só que isto não te tornará menos triste, desnorteado, nem tampouco com menos medo, só te deixará menos sozinho, e isso, oh céus, já é um passo tão grande e significativo que se repente você volta a conseguir (ou lembrar de) respirar outra vez, e a lembrar das pequenas coisas, e de como e do quanto elas são ao mesmo tempo, puramente indidpensáveis e usualmente descartáveis do olhar rotineiro e entediante de todo santo dia. As cores do céu ao amanhecer, o barulho da chuva, caindo gota por gota, uma de cada vez ou todas de uma vez só... E tu começa a esquecer por uns segundos das questões sem respostas, das decisões sem certezas, dos fracassos declarados, das vitórias derrotadas, simplesmente pra ver o sol nascer esta manhã, lá no horizonte, aqui perto de você. E enquanto voê vê o maior dos espetáculos, num estalar de dedos e sem culpa alguma... Se permite voltar, e sonhar outra vez.

beijo, e, se precisar, pode ligar :*
vírgula

quinta-feira, 4 de março de 2010

Sarcasmo

OBS: [ironia] Este texto não possui nenhum tipo de ironia [/ironia].
OBS²: Qualquer possivel apologia à violência, neo-nazismo ou atentados sodomitas, são meras evasões de revoltas reprimidas, certo?

É claro que todos nós amamos com todo o fervor da nossa existência terrena quando pessoas que nem sequer sabem seu nome do meio começam a discutir, debater, dissertar e indagar sobre a nossa vida, escolhas, atitudes, agregados e afins. É óbvio que praticamente adoramos todos aqueles que tomam decisões sem nos comunicar, aqueles que inventam boatos sobre nós ou pessoas próximas e aqueles que nos põem generosos pares de chifres, bem como os que são crápulas, hipócritas, infames, ou tudo isso ao mesmo tempo. E logicamente, temos uma afeição eterna pelas pessoas que mentem, traem, ignoram, excluem, repudiam e esculhambam a ou pra nós, não é verdade?

Sarcasmo. Uma manifestação intencional, malévola, irônica ou maliciosa, por meio do riso, de palavras, atitudes ou gestos, com que se procura levar ao ridículo ou expor ao desdém ou menosprezo uma pessoa, instituição, coisa, etc., e até os sentimentos...

A mais bela forma de (não) dizer o que você realmente quer falar, sem ser culpado. Mas não é um dom digno de qualquer um, é preciso muito óleo de peroba na cara e, antes do que quer que seja, é preciso ser mordaz de um pensamento fugaz e hiperativo.

Ironizar é a habitual forma de fazer as pessoas de idiota disfarçadamente, mas lembre-se que há sempre um problema. É que, quando as pessoas não entendem, quem fica parecendo um idiota é você.

beijonãomeliga :*

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Tendência Pra matar

Bom, eu tenho refletido ultimamente, muito por sinal. Agora... Sobre o que? Isso que é o estranho, porque não é muito normal eu ficar pensando sobre esse tipo de coisa, mas como ultimamente (na verdade desde a 5ª serie) tenho convivido com isso, acaba se tornando inevitável. A droga da TPM. Não que eu sofra desse mal, até porque chega a ser biologicamente impossível (graças a meu bom Deus). No entanto, como eu já citei anteriormente, convivo com isso 24 horas por dia, seja no colégio, com minha mãe, “na rua, na chuva ou na fazenda, ou numa casinha de sapê!”. Acabei virando um expert no assunto.

Esta detestável tensão, companheira feminina que vem visitá-las mensalmente, em minha opinião, é contagioso, acarreta problemas psicológicos e pode ser crônico. Mas como diria o Jack - o estripador, “Vamos por partes”.

Porque é contagioso? Pense comigo. Você está em sua carteira no colégio, no seu lado esquerdo tem uma garota reclamando de absolutamente tudo: Pela poeira que pousou na carteira dela, da ponta do lápis dela que quebrou, da ponta dupla em sua franja, ou da cor amarelada do cadarço da pessoa da frente que a incomoda. E ao seu lado direito, outro ser do sexo feminino, chorando por absolutamente tudo: Pela poeira que pousou em sua carteira, da ponta do lápis dela que quebrou, da ponta dupla em sua franja, ou da cor amarelada do cadarço da pessoa da frente que a incomoda... E a trás de você, outra garota, se achando a rainha da cocada preta, discutindo com Deus e o mundo (inclusive você) sobre qualquer besteira. Conseqüentemente, você ficará estressado ao cubo, porque foi contagiado pelo mal da TPM, que chega a tal ponto, de você está tão estressado, que se alguém lhe vier perguntar: ta na TPM é? você responderá: TÔ!

Agora, quais problemas psicológicos o perseguidor feminino pode te trazer? O famoso “TB” (transtorno bipolar!). Um grande exemplo disso, é minha amiga, vamos chamá-la de Marcia ok? Então, Márcia estava na praça comigo e mais um pessoal, então, eu gentilmente falo:

- Marcia, sua calça ta com uma mancha. - Ela simplesmente olha pra mim, um olhar tão amedrontador quanto o que um nazista pode lançar sobre um judeu. Pula no meu pescoço e me agride verbalmente e fisicamente. Dois minutos após o acontecido, ela está conversando com uma amiga sobre a festa que vai haver, assim, normalmente como se nada tivesse acontecido. Após cinco minutos de conversa, ela sai correndo do nada, senta num banco da praça, e começa a chorar, falando que as cólicas estavam matando ela. E num passe de mágica, ela vai pra festa, alegando não estar sentindo mais absolutamente nada. De duas uma, ou ela tem transtorno bipolar, ou é uma mutante que consegue controlar dores, ou... É, ela está com TPM.

Crônico? Pode não ser, mas deixar as mulheres com resquícios, com certeza deixa. Temos como grande exemplo a coordenadora e a diretora da escola que eu freqüento (não que elas ainda possam ter um ciclo menstrual, isso seria impossível), pois elas acabam ficando loucas, e enlouquecendo os alunos. A coordenadora no fim do ano passado estava absurdamente estressada (ao contrario da diretora, que é estressada em estado permanente) e acabava descontando isso nos alunos. A gente tinha feito um projeto inteiro para a feira da cultura, com a ajuda dela e tudo mais. Praticamente na véspera, ela manda a gente cancelar o projeto e fazer outro, assim, do nada! Quando a gente tava montando o outro projeto, ela fala que não precisamos mais, que podemos ficar com o anterior. De duas uma (ou as duas), ou ela é mal comida, ou ainda tem resquícios da TPM. No caso da diretora, bom... Acho que o que sobrou da TMP dela foi algum problema psicológico, que não é o “TB” e sim a “esquizofrenia” porque ela ouve vozes de pais reclamando dos alunos. PAIS QUE NÃO EXISTEM! Além do mais, ela ainda tem o estresse interminável desse maldito acontecimento biológico. Ela xinga os alunos, e ameaça pendurá-los de cabeça para baixo como um lustre (eu nesse caso, só por eu ter feito uma pergunta a ela enquanto ela explicava algo).

Então, meninas, quando estiverem em sua fase “mato quem quero, pago a pena se quiser” procurem remedinhos para dores e para estresse. Nós, homens, iremos agradecer.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

romantismo piegas dos dias de hoje

Carnaval acabado, nós continuamos aqui e agora que começou tudo, afinal, todo brasileiro que se preze sabe que o ano só começa mesmo depois do carnaval. Mas não vamos comentar sobre os desfiles faraônicos na Marquês de sapucaí, nem dos rios de xixi nas ruas do Rio de Janeiro, nem dos blocos onde homens que outrora mostravam-se machos e cheios de testosterona pra dar vender e emprestar, despirem seus hormonios e se acabarem nos blocos de carnaval, trajados como as boas senhoritas que libertar-se-iam de seus subconcientes.. Pessoas dando ao ar livre no meio da muvuca alheia, ora bolas, é carnaval. Mas tudo bem.

Hoje eu acordei um tanto a mais romântica que o normal. E inspirada por um dos feriados mais românticos que eu ja vi - desde a infância quando Chaves, Chiquinha e cia, escreviam cartões do dia de São Valentim por todo um episódio.. engendrando todo um romantismo pueril que a gente só percebe tempos depois. Então ocorreu-me hoje de escrever um texto romantico, e é isso que eu pretendo, só que romantico ao melhor deste blog que nos abriga, ja que todo e qualquer ser que aqui está, é porque em algum determinado momento da sua vida, descobriu que não presta. :D

Aos que (ainda) não acharam a tampa da sua panela, o chinelo velho pro seu pé cansado, a metade da sua laranja, ou qualquer outro desses ditados sem fundamento - porque em toda a minha vida eu nunca conheci alguem que quisesse ser a metade do que quer que seja, quanto mais de uma laranja.. se fosse ao menos uma laranja toda, eu não dizia nada, mas.. c'est la vie não é mesmo. Não se desespere, nem saia correndo desesperado(a) à pegar o primeiro rabo-de-saia ou par de calças que aparecer. Controle-se, contenha-se. A não ser que seja dia de Santo Antonio, neste caso, desembeste a fazer simpatia, trabalho, promessa, macumba, xangô e é claro, a boa e velha cartomante de propaganda de papel impresso pregado num poste que te traz com a maior das garantias, o homem amado em três dias!

Aos que (já) acharam, faça o favor de cuidar. Mas cuide bem, cuide mesmo. Só Deus sabe como tá difícil arrumar um homem não-cafajeste, ou uma mulher não-piriguete nessa vida. Não coloque nele/nela acessórios bovinos, nem lhe faça promessas que não possa cumprir. E, por via das dúvidas, instale um GPS em cada uma das cuecas dele, de um modo discreto, logicamente. Até porque só estamos preocupados com eles (e com pra onde vão, com quem estão, o que estão fazendo, por que o celular desligado.. Essas coisas). Mas não o/a percam por besteiras nem bobagens. O amor, até onde eu sei, é a maior das besteiras, mas o que seria de nós - rélis mortais, sem vivê-lo, não é mesmo?

E, por último, aos que perderam seu amor. Seja por motivos de força maior, chifres, ou o mais clássico pé-na-bunda. Você ja deve ter ouvido isso, mas, não fique triste. Quero dizer, ah, fique sim se a culpa for sua. Mas se não for, continue a procurar. Posto que tudo na vida passa.. Tempo passa, ferro passa, até uva passa. Quem vive de passado é memória, quem vive de história é museu, e viva. Pois, parafraseando meu amado Luis Fernando Veríssimo, "Embora quem quase morra esteja vivo, quem quase vive já morreu."

beijosnãomeliga :*

vírgula.